prática
Siga o coelho branco
16/05/13
Você já parou para pensar no poder das palavras? Elas são importantes não é mesmo? Elas são responsáveis por tempos de paz e de guerra, alianças, belos discursos, e muitas vendas também.
Pensando nessa responsabilidade que o texto carrega em si, quanto mais é a carga dispensada ao título, o primeiro contato entre você e seu alvo.
Um bom título para seu artigo, anúncio ou campanha, pode ser o sucesso de uma boa comunicação com o público, ou não. É o coelho de Alice no país das Maravilhas. Se ele não tivesse despertado sua atenção (pois ele é o primeiro elemento da trama), não a tivesse deixado tão curiosa, ela jamais teria se aprofundado na melhor experiência que teve em sua vida, na aventura fantasiosa que se desenrola após isso, mas sempre amarrada ao elo inicial: siga o coelho branco.
Assim como o ponto de vista muda tudo, a forma como você expressa uma ideia pode gerar interesse, ser engraçado, curioso, criativo, emocional, reflexivo, polêmico, instigante, são tantas possibilidades. Somente, fuja da pior característica delas: a indiferença.
Trata-se de uma oportunidade, essencial, que não pode ser desperdiçada. É semelhante a quando a gente comece a ouvir uma música. Se logo no início você não gosta da melodia, do som, por mais que a letra seja interessante, a gente nem vai continuar ouvindo a canção até o final, não é mesmo?
É o link, apresentação da ideia.
A chamada é óbvia na sua função de chamar a atenção do leitor, “tirá-lo do lugar” e pra isso não podemos esquecer de combinar um pouco de ousadia (sem exagero) e adequação ao que se quer falar e com quem se está falando (mas sem ser chato).
Para testar o poder das palavras, os publicitários Will Ferrari Jr. e Alexandre Freire criaram o Candy Project. Os dois produziram uma série de frases que vinham na embalagem das balas vendidas por Thiago, em um semáforo de São Paulo. Os textos eram carregados de humor e apelo à solidariedade, com o objetivo de provar que a palavra pode mudar o mundo.
O resultado você avalia de forma prática no vídeo abaixo.
Saber dialogar muda tudo, principalmente, como seu maior aliado for o bom humor inteligente.
A última dica para aguçar sua criatividade: você é aquilo que você consome. Leia aquilo que te desperta e escreva sem fronteiras. Boas ideias!
O simples que dá certo
08/05/13
Muitas vezes nos preocupamos em fazer um logotipo que chame a atenção por suas cores, formas e elementos. Porém, não podemos nos esquecer de que para chamar atenção de forma positiva e marcante não precisamos exagerar em nenhum deles.
Vamos partir do princípio de que menos é sempre mais. É preciso encontrar um elemento marcante, seja ele a tipografia, a cor, a forma, etc. Claro que é possível unir todos eles sem chocar, mas, quando aplicamos simplicidade na estética e no conceito, devemos perceber que esse simples é essencialmente visceral.
Uma grande marca esta associada a uma grande ação, ou seja, é muito mais fácil lembrar-se de um logo de uma empresa que fez e/ou faz sucesso no mercado do que de uma empresa que não fez e/ou faz.
A questão é um pouco mais complexa. Inúmeras estratégias de marketing estão associadas aos produtos e serviços de qualidade, o que contribui bastante para que uma empresa se destaque.
O novo logotipo da Starbucks, lançado em 2011 em comemoração aos 40 anos da empresa, transmite simplicidade e elegância, usando agora uma versão monocromática da figura central de sua última marca. A nova marca desencadeou o Siren, uma figura mitológica que representa o romance e a criatividade que inspiraram os fundadores da Starbucks.
O logo da Pepsi passou por varias mudanças até chegar à versão atual. Sem sombra de dúvidas, houve uma evolução, tanto na tipografia utilizada, quanto no desenho.
A Unilever, por exemplo, é uma empresa de sucesso que optou por usar uma única letra para em seu logo: U. Para substituir o antigo logotipo utilizado desde 1970, a empresa responsável pelo redesenho procurou desenvolver o conceito que melhor representasse os principais objetivos da marca. O logo aprovado é composto por 26 ícones que em conjunto formam a letra U. Cada ícone representa um dos inúmeros segmentos que a empresa gerencia. Apesar da quantidade de ícones usados o logo não causa nenhum incômodo visual.
O que dizer da Nike? Impossível não reconhecer, não é mesmo? Uma marca que, ao longo dos anos, foi se firmando e hoje está mais que sólida mundialmente, sendo sinônimo de esporte. Não precisamos ver o logo junto com a palavra NIKE para associar.
Alguns logos são representações literais do nome da marca. Engana-se quem acha que fazer isso está errado. Pelo contrário, abaixo algumas marcas de sucesso:
Estes logos mesmo quando invertidos de lado, simplificados ou em preto e branco não alteram sua capacidade de reconhecimento.
O que temos em comum em todos os logos aqui mencionados é a simplicidade e a criatividade, que juntas são sinônimos de sucesso.
Conciergerie, ou, Concierge?
15/04/13
Texto escrito por Francisco Madia, diretor da Madia Mundo Marketing e da Madia Marketing School.
Já comentamos no passado, e hoje retomamos o tema mesmo porque desde o primeiro comentário até hoje o que, aparentemente era uma manifestação isolada e pontual, acabou adensando-se, virou tendência, e agora se institucionaliza. A figura do CONCIERGE em SHOPPING CENTERS.
Nunca é demais lembrar a origem do termo. Quem vai a PARIS acaba visitando a CONCIERGERIE, antigo PALÁCIO DA CIDADE, que abrigou o poder real francês do século X ao século XIV. No 1º arrondissement de PARIS, converteu-se em prisão do Estado no ano de 1392, por ocasião do abandono do palácio por CARLOS V e seus sucessores. E durante muito tempo, a CONCIERGERIE, enquanto prisão, era uma espécie de antessala da morte. Dos que lá entravam, poucos saiam para a liberdade – iam direto para a morte. Inclusive sua “hóspede” mais célebre, a rainha MARIA ANTONIETA, presa na CONCIERGERIE em 1793, e, de lá, para a guilhotina.
De verdade, e na linguagem da hospitalidade, CONCIERGERIE é em termos gerais a PORTARIA, e o CONCIERGE, o porteiro, ou o/a hostess. A pessoa que recebe, dá boas-vindas, causa primeiras e ótimas impressões, ou primeiras e péssimas impressões, e, depois, trata de cuidar da pessoa que recepcionou. Nos hotéis, dos hóspedes, cuidando de suas necessidades de translados, restaurantes, tours, pequenas compras, serviços de mensagem, courier e outros.
Agora, os melhores SHOPPING CENTERS do país institucionalizaram as áreas e função do CONCIERGE. Ainda que em muitos resistam os velhos e incompetentes balcões de informações nos mais novos e atualizados prevalece o CONCIERGE.
Na revista dos SHOPPING CENTERS de setembro de 2012, muitas informações sobre o assunto. E estabelece a diferença entre os atendentes dos balcões de informações e o CONCIERGE. O balcão de informações restringe-se a responder questões sobre localizações de lojas, e serviços complementares do shopping. Já o CONCIERGE vai socorrer o cliente em suas necessidades de serviços no shopping e fora do shopping. Segundo a revista, o SHOPPING VILA OLÍMPIA na cidade de São Paulo “os serviços de conciergerie auxiliam na busca de vagas em hotéis, baladas, serviços como copiadoras e chaveiros.” A equipe de concierges tem o domínio do inglês, espanhol e japonês, e orienta os clientes na utilização de seus gadgets de comunicação, inclusive na realização de ligações internacionais. Outros shoppings oferecem serviços complementares, inclusive um espaço projetado e vocacionado para esse tipo de atendimento, como é o caso do SHOPPING VILA LOBOS, também em São Paulo.
Esperava mais. Esperava muito mais. Terminei de ler a matéria e fiquei com a sensação que os CONCIERGES dos shoppings ainda estão muito mais próximos dos velhos balcões de informação do que de concierges de verdade. E nas vezes em que fui a busca de orientação nos shoppings de São Paulo, tudo o que constatei é que a comunicação interna é lamentável. Que as pessoas encarregadas de informar sobre o que está acontecendo não são informadas e portanto não sabem e não podem informar sobre o que está acontecendo. “O sr. tem certeza que é aqui que tem esse espetáculo, esse evento, essa promoção?”
Ótimo saber da institucionalização do espaço e da função CONCIERGE. Preocupante constatar que na maioria das situações apenas o velho e ineficiente balcão de informações é que mudou de nome. E se um extraordinário salto de qualidade nesses serviços não acontecer, periga muito rapidamente os CONCIERGES converterem-se na CONCIERGERIE dos tempos de MARIA ANTONIETA.
Francisco Alberto MADIA de Souza é considerado a maior autoridade em marketing do país, segundo pesquisa realizada pela Toledo e Associados para a ADVB – Associação dos Dirigentes de Vendas e Marketing do Brasil. Trabalhando há 44 anos em marketing, há 31 MADIA é Diretor Presidente e Sócio do MADIAMUNDOMARKETING – empresa líder em Consultoria de Marketing.
Projeto Verão
09/01/13
Corrida, musculação, dança, yoga, lutas, aeróbica, pilates: qual exercício escolher para manter em 2013?
É a mesma história todo verão. As academias ficam bem mais movimentadas do que o período triste e vazio do inverno. Está na hora de queimar as gordurinhas adquiridas, o verão está aí, reveillon, férias. Ano novo, tudo novo!
Quem diria que um dia o Brasil teria a posição de segundo colocado no ranking mundial em números de academias de ginástica, atrás apenas dos EUA?
No mundo todo existe um movimento de expansão do fitness que está associado à busca de qualidade de vida e também ao envelhecimento da população, que acaba atribuindo importância à questão da saúde. Por conseqüência, tudo o que está ligado ao conceito wellness (filosofia de “bem-estar”) ganha mais espaço e no Brasil não seria diferente. A mídia tem ajudado muito a disseminar este conceito. Hoje, grande parte dos brasileiros sabe que a qualidade de vida começa por uma boa alimentação e por um condicionamento físico compatível com sua faixa etária. Quem ainda não pratica uma atividade física, sabe que deve praticar!
Uma prática que faz tão bem assim só pode trazer ótimas associações para sua marca. Desde que compatível, pode ser uma estratégia muito interessante, principalmente nesse momento onde além dos aspectos positivos do esporte, agrega-se ainda o sentimento de união e nacionalidade imperam devido proximidade dos grandes eventos esportivos.
O país também tem uma melhor condição econômica que proporcionou a inclusão de mais pessoas nesse universo, uma classe alta muito bem preparada para a “prática de maratonas”, além de iniciativas de programas sociais e governamentais a fim de popularizar atitudes esportivas e saudáveis para todas as classes.
As maratonas então são excelentes encontros, que promovem a experiência de pessoas com objetivos comum, competição e esforço pessoal, mas celebração conjunta, por fazer parte de algo bom.
Algumas marcas já, de olho nisso, investem pesado em patrocínio, além dos eventos que levam o nome, organização e promoção da marca, como é o caso da TIM, que é a patrocinadora da 1ª Corrida de Natal da Cidade de São Paulo, Nike, Grupo Pão de Açúcar, entre outras.
As ciclovias também invadiram a cidade. Em São Paulo, são mais de 60,4km de ciclovias com promessas de crescimento. Os adeptos da magrela aumentam na mesma proporção e aproveitam para desenvolver um novo estilo de vida.
Ganhando cada vez mais espaço na mídia, como por exemplo, o quadro “Medida certa”, exibido no Fantástico: um reality show que prova que em apenas 90 dias é possível emagrecer de modo sustentado, sem dietas radicais, exercícios físicos espartanos ou internações em spas. O programa virou ação nas ruas em diversas cidades brasileiras, virou livro e aplicativo que pode ser baixado na Apple Store* e no Android Market, contém um programa de treinamentos específico de acordo com dados objetivos pessoais e permite compartilhamento dos resultados no Twitter e no Facebook.
O que não falta são incentivos, acessórios e novidades. Para malhar e ficar bem nesse verão, o Free Shop oferece uma grande variedade de produtos. Desde toalha convencional, ou toalhas refrescantes, squeezes, camisetas, mochilas
ou ainda os mais específicos como luvas, cronômetro, e kit fitness completo para o bem estar do seu corpo e da sua marca!
O Brasil e a sustentabilidade: uma relação de pura sinergia
12/12/12
(…)
Brasil é um país luminoso, brilhante e colorido. É um país alegre. É comum ouvir dos estrangeiros que o brasileiro está sempre em festa! E esta capacidade de estar alegre mesmo quando há dificuldade é algo que impressiona.
A condição de ponto de encontro de raças e culturas faz do Brasil um país “mestiço”, no que se refere à força e à resistência daquilo que é híbrido. A contribuição de cada um que por aqui aporta passa a fazer parte de nosso patrimônio, cultural e afetivo. Somos uma terra porosa e generosa “onde em se plantando tudo dá”.
Talvez por tudo isso o Brasil seja um país moderno, no sentido mais atual que esta palavra possui: um país com grande poder de adaptação, em constante mutação.
Mas se o Brasil deve dizer que é um país alegre, hospitaleiro e exuberante, deve também mostrar que é sério e competente. Que tem estrutura e seriedade na hora em que é necessário…
(…)
Texto extraído do site: www.brasilturismo.com/downloads/Filosofia_Marca_Brasil.pdf
O Brasil vive um novo momento de conscientização mais profunda, de crescer, não só em volume, mas também em competência. É um novo mercado, com um consumidor cada vez mais sofisticado. A base da pirâmide não sonha em ser a base, sonha para cima. Ela quer comprar o que não comprava, de iogurtes a carros e entretenimento.
Estamos apenas no início, mas há um caminho aberto para as empresas, os produtos e as marcas crescerem de forma sustentável, o que veremos mais efetivo ainda em longo prazo.
Mas, a novidade é que acaba de ser publicada a ISO 20121:2012, uma norma para apoiar os organizadores de eventos de todos os tipos – esportivo, empresarial, cultural, político – na integração da sustentabilidade em suas atividades.
Frente aos grandes eventos e desafios que temos nos próximos anos, existe um forte estímulo comportamental. A realização de um evento pode gerar impactos ambientais, sociais e econômicos negativos, tais como o desperdício de materiais, o consumo excessivo de energia e problemas para as comunidades locais.
Pode-se, por exemplo, escolher fornecedores mais sustentáveis e estimular regiões, descentralizando as grandes capitais. O importante é que todas as ações prezem por deixar um legado positivo após a sua realização.
Os eventos possuem cada vez mais demanda personalizada, customização em alta, com auxílio de um mailing inteligente e transparência, o que também são práticas conscientes de boas maneiras e receptividade, ligadas ao turismo.
Que tal começar você também?
Desde displays mais sustentáveis, itens para a rotina no escritório, até iniciativas em seus eventos.
Substitua as lâmpadas incandescentes pelo led.
Não se esqueça: avalie os resultados e reconheça o esforço de cada pessoa e/ou organização/empresa envolvida no alcance das metas. Faça uma lista de “lições aprendidas” para ser compartilhada e servir de referência para futuros eventos e ações sustentáveis. Esteja envolvido.
Indústria invadindo o varejo
29/10/12
Texto escrito por Francisco Madia, diretor da Madia Mundo Marketing e da Madia Marketing School.
No início era apenas para ter um contato maior com os clientes através de poucas e pontuais lojas próprias. Mas a partir dos anos 60, a SONY concluiu que não conseguia a exposição com um mínimo de qualidade em lojas convencionais de varejo e começou a montar suas próprias lojas. O varejo engoliu por tratar-se, naquela época, de uma MARCA abençoada com quem não valia a pena brigar. Mas, era tratada com exceção. Depois e gradativamente vieram as outras lojas, e o genial e saudoso STEVE JOBS que já faz uma falta absurda a sua empresa, decidiu-se pelo caminho contrário. Só comercializava seus produtos em lojas exclusivas APPLE STORE -, e, depois, admitiu lojas terceirizadas e exclusivas de produtos da APPLE, e corners nas lojas convencionais. Enquanto isso a SAMSUNG lançava as primeiras lojas de BRAND EXPERIENCE – sem vendas, a primeira no MORUMBI SHOPPING -, enquanto a NIKE resolvia ter lojas próprias e vender direto para os clientes, e agora a SAMSUNG faz o mesmo. Essa foi a primeira invasão do varejo pela indústria.
Agora trata-se de uma segunda invasão. A invasão pela sobrevivência. Algumas empresas, conscientes que no curto e médio prazo conseguirão competir com seus adversários chineses, decidiram estender sua organização até o varejo, com a criação de lojas ou próprias, ou através do franchise. Em matéria para o DIÁRIO DO COMÉRCIO, MARIA CRISTINA FRANCO, vice-presidente da ABF – ASSOCIAÇÃO BRASILEIRA DE FRANCHISING – ilustra essa segunda invasão da indústria no varejo, “espremida entre a competição com os importados, especialmente da Ásia, mais aumento de impostos e juros elevados, busca cada vez mais substituir o risco fabril pela participação no lucro mercantil, criando seus próprios canais de distribuição”.
Dentre os exemplos conhecidos do chamado “correr para fora” e não “acovardar-se para dentro”, os da HERING, COTEMINAS, PORTOBELLO, ALPARGATAS, MARISOL, DUDALINA, dentre outros. Segundo MARIA CRISTINA FRANCO, a COTEMINAS é um ótimo exemplo dessa segunda invasão. Depois da experiência com uma de suas marcas, a MMARTAN – hoje 170 operações em 23 Estados gerando uma receita superior a R$210 milhões, abre agora 30 lojas de outra de suas marcas, ARTEX, de uma só vez.
E, com isso, e por essa nova razão, o FRANCHISING que já é uma das manifestações mais vigorosas e consistentes dos negócios em nosso país dá um novo e emblemático salto. Os últimos dados do setor revelam um crescimento espetacular. Dos R$ 25 bilhões de 2001 para R$ 88,85 bilhões em 2011. De 459 mil empregos diretos para 837 mil.
Num mundo cada vez mais especializado, onde as tribos procuram exclusividade e especialização, as nuvens negras adensam o céu das lojas de alguns departamentos, já que as de departamento morreram há muitos anos no Brasil.
Francisco Alberto MADIA de Souza é considerado a maior autoridade em marketing do país, segundo pesquisa realizada pela Toledo e Associados para a ADVB – Associação dos Dirigentes de Vendas e Marketing do Brasil. Trabalhando há 44 anos em marketing, há 31 MADIA é Diretor Presidente e Sócio do MADIAMUNDOMARKETING – empresa líder em Consultoria de Marketing.
A bruxa está solta
15/10/12
Dia 31 desse mês é comemorado o Dia das Bruxas, festa vinda do Halloween, comemoração muito importante nos países anglo-saxônicos (Inglaterra, Estados Unidos, Canadá e Irlanda principalmente). Além da importância histórica, essa comemoração possui grande relevância comercial com festas, fantasias, filmes, propagandas, músicas, produtos alimentícios e diversos produtos e serviços lá fora. Essa relevância comercial está aos poucos desembarcando no Brasil e já estamos adotando esse hábito como parte da nossa cultura também.
O Hopi Hari usou Halloween como tema da sua Hora do Horror em 2010, levando toda a mística de monstros e histórias de terror associadas à data para divertir os jovens que se aventuraram pelo parque em noites bem assombrosas. Escolas investem em festas comemorativas dessa data, aonde as crianças vão fantasiadas e vivem a famosa tradição do “gostosuras ou travessuras”, em que ou a pessoa colabora doando um doce ou vira alvo de alguma brincadeira. Nesses eventos, diversas empresas do mercado promocional que oferecem serviços personalizados acabam conquistando novos clientes e gerando cases de sucesso. Infláveis, decoração com balões, iluminação, sonorização e agências de promoção conseguem destaque com clientes e prospects graças a essa época.
Vampiros, lobisomens, zumbis e outros seres que estão na moda entre a garotada intensificam suas aparições nessa época em ações promocionais ou conteúdo audiovisual. Brindes relacionados a eles são sempre muito bem aceitos e colaboram muito para a construção de marcas sólidas nos clientes. O site Free Shop está com uma área especial para a ocasião, que dá diversas ideias de como utilizar a data comemorativa para amplificar o poder da sua marca.
Deixe sua imaginação viajar e faça valer a data fortalecendo sua visibilidade. Seus clientes, parceiros e fornecedores adorar e seus concorrentes terão sérios pesadelos.
De volta ao café
10/10/12
Texto escrito por Francisco Madia, diretor da Madia Mundo Marketing e da Madia Marketing School.
O novo milênio marca o reencontro dos brasileiros dos grandes centros urbanos com o café de qualidade. Estavam distantes há décadas. Desde as chegadas das primeiras máquinas de café expresso nos anos 60, e, passado o entusiasmo inicial, continuamos tomando café de forma habitual. Levava-se a xícara à boca muitas vezes ao dia automaticamente.
Da virada o milênio para cá o papo é outro. Reencontramo-nos com o café de qualidade e todo o ritual envolvido na experiência. Cada xícara de café, um momento de especial e merecido prazer, em meio a correria que se transformou nossas vidas. Hoje, as grandes cidades do país, muito especialmente São Paulo, estão “espetadas” por dezenas de cafeterias onde o ritual se repete várias vezes ao dia. E quem deu sentido a tudo isso, referenciando-se no que viu em TURIM e ROMA foi HOWARD SCHULTZ, com seu STARBUCKS, que ensinou a todos os players que com ele aprendem, que para muitas pessoas e finalmente, a cafeteria é o desejado e indispensável terceiro lugar: a casa, o trabalho, e a cafeteria. Um oásis no caos das grandes cidades.
No início deste ano a VEJINHA decidiu “fotografar” as melhores cafeterias da cidade de São Paulo e conhecer o hábito dos apreciadores de café de qualidade, através de pesquisa realizada pelo Departamento de Inteligência de Mercado da Abril Mídia. Descobriu que apenas 9% dos paulistanos conforma-se com uma única xícara de café por dia, e que 41% tomam um mínimo de 4 xícaras. Para se ter uma ideia da importância das cafeterias, só perdem para o consumo em casa – 73% e no trabalho – 69%. Metade dos apreciadores toma café em ambientes voltados para oferecer e garantir uma extraordinária experiência de compra/consumo.
Uma das surpresas da pesquisa foi descobrir que 19% dos apreciadores do café de qualidade recusam-se a colocar qualquer espécie de adoçante – nem açúcar, nem os adoçantes artificiais. Do total dos entrevistados, 37% não possuem máquinas de café em suas casas – 27% possuem cafeteiras simples, 23% máquinas para expresso em capsulas ou sachês. Apenas 20% não frequenta as cafeterias, e dentre os que frequentam, 9% o fazem todos os dias. De certa forma, embora a pesquisa não tenha perguntado exatamente isso, fica bastante claro que algumas pessoas não pedem mais café nos restaurantes, se existir uma cafeteria próxima. Almoçam, e, depois, tomam café na cafeteria. Não apenas pela qualidade melhor da experiência, como também pelo preço. Algumas vezes, 50% menor que o dos melhores restaurantes.
Nos anos 1960, era programa de final de semana dar um pulinho a CONGONHAS – quem tinha carro, claro -, e saborear um expresso de uma das primeiras máquinas que chegaram a cidade. Mas adiante, muitos aproveitavam para tomar esse mesmo café de qualidade, nas máquinas da avenida São João, ou no Gonzaga, em Santos. E isso ficou no passado. Era esporádico e pontual. Hoje, mais de quarenta anos depois, o café de qualidade retornou com tudo. E muito desse crédito deve ser concedido a quem teve a virtude de entender que mais que querer tomar um café as pessoas queriam ter um possibilidade de paz e tranquilidade em suas vidas, ao sabor de um delicioso café.
Os italianos nos ensinaram a tirar e servir o café; HOWARD SCHULTZ a transformar e agregar a esses ensinamentos outros e inconfessados desejos nossos; mas, mais que evidentes para quem teve a sensibilidade de perceber.
Francisco Alberto MADIA de Souza é considerado a maior autoridade em marketing do país, segundo pesquisa realizada pela Toledo e Associados para a ADVB – Associação dos Dirigentes de Vendas e Marketing do Brasil. Trabalhando há 44 anos em marketing, há 31 MADIA é Diretor Presidente e Sócio do MADIAMUNDOMARKETING – empresa líder em Consultoria de Marketing.
Você é o que você consome
01/10/12
Cada simples decisão de compras envolve uma série de aspectos subjetivos que estão associados a marca adquirida. O problema é que muitas vezes esse processo não é percebido objetivamente pelo próprio consumidor.
Por que você consome, por exemplo, o energético Red Bull? Será que é pelo posicionamento da marca? Ou será pelos investimentos em TV ou rádio? Será que foi através da mídia impressa ou ainda decorrente dos patrocínios esportivos em futebol, lutas, campeonatos, formula 1? Ou talvez decorra dos shows, experiências ou eventos culturais. Mas pode ser também pelas ações nas redes sociais, mobile ou de sua home page na web. Enfim, a lista é muito grande e a resposta é que somos influenciados por todos esses aspectos. Não dá para isolar apenas um e dizer que ele é o único responsável por sua decisão de compras. É o conjunto de ações direcionadas a gestão da marca, promoção e mídia que vão conduzir o consumidor a um desfecho positivo.
No passado, alguns meios de comunicação como a TV dominavam uma porcentagem expressiva da audiência e traziam respostas eficazes. Ao longo dos anos, passamos da comunicação de massa para um consumidor composto por micro identidades que são individualmente diferenciadas e que precisam ser motivadas por meio de diversas plataformas.
Em decorrência disso, os meios de comunicação e as formas de interface com o consumidor se ampliaram exponencialmente nos últimos anos e hoje temos um consumidor multiplataforma. Ou seja, ele está simultaneamente conectado às redes sociais, participando de shows, assistindo TV, ouvindo rádio, lendo revistas, falando no celular e mais um milhão de outras atividades que serão decisivas no seu processo de compras. Além disso, cada vez mais as características físicas de qualidade dos produtos se aproximam, restando os fatores subjetivos como elementos de decisão no processo de compras.
O Brasil contempla mais de 5 milhões de empresas e apenas um pequeno grupo de grandes players tem capacidade de analisar profundamente os fatores motivacionais de compras. O restante toma decisões empíricas com base em avaliações pessoais sobre o suposto desempenho desta ou daquela mídia sem entender que é justamente a ação conjunta e equilibrada que trará o melhor resultado para suas ações de marketing.
Sua Excelência: o CLIENTE.
26/09/12
Você sabe quem paga o seu salário? Hoje quase todas as pessoas já sabem a resposta. Mas, para esclarecer definitivamente, a resposta é: seu CLIENTE.
O empregador é apenas um administrador de recursos e faz acontecer tudo o que gravita em torno da empresa. Porém, a matéria-prima, a farinha de trigo que faz o bolo crescer, é o cliente.
Daí a importância de encantá-lo e nunca esquecer que quando ele nos procura, está colocando em nossas mãos a confiança de que poderemos solucionar suas necessidades, com assertividade e transparência. É preciso escutá-lo, entendê-lo e estudar sua empresa com carinho especial. Sim, porque CADA CLIENTE É ÚNICO e merece um atendimento totalmente personalizado.
E isto pode ser muito recompensador. Existe, no mundo corporativo, alegria maior do que ver nosso cliente satisfeito, dividindo conosco como foi promissor adquirir nossos produtos e serviços? Existe prazer maior do que saber que seu trabalho contribuiu para um aumento de produção ou para a prosperidade nos negócios do seu cliente? Não há nada mais gratificante para um profissional do que a sensação de missão cumprida.
Mas, jamais se esqueça do PÓS-VENDA. Acompanhar os resultados do seu cliente, verificar o que pode ser melhorado e em que você pode ajudar. Esse relacionamento também tem que ser pautado em uma base de respeito e amizade. Esbanje o que você faz com seus amigos: não economize sorriso, boa educação e carinho.
Seja a ponte do êxito do seu cliente. Afinal, seu sucesso e o sucesso do seu negócio dependem do sucesso dele. Que tal começar a partir de agora?























