Brazil Promotion – Um evento-referência para um novo mercado

(Last Updated On: 17 de novembro de 2016)

 

Texto escrito por Ronald Peach Jr, engenheiro eletrônico formado pela Fundação Armando Alvares Penteado, sócio-diretor da Droid Outform e Droidigital Midia, ex-presidente do POPAI Brasil e membro do conselho da entidade.

A Brazil Promotion 2011 impressionou, não apenas pelo seu tamanho mas pela diversidade. Em único espaço, foi demonstrado a força do mercado promocional e as tendências do setor.
Os últimos anos tem sido recheados de surpresas desagradáveis para a economia, por conta das crises internacionais que ainda estão à nossa porta e o consequente freio em investimentos. O Brasil vive um viés positivo neste sentido, com economia prosperando.

O mercado promocional precisa aproveitar esta oportunidade e reativar sua participação de forma mais pujante no bolo do marketing. Não seria mentira dizer que tínhamos muito mais liberdade promocional nos anos 90 do que agora. Para nosso mercado, a nota fraca vem do varejo, que tem restringido excessivamente as ações promocionais, cobrando por seus espaços valores demasiadamente caros.
Há também situações burocráticas e ainda vigentes, como a necessidade de aprovar promoções comerciais através de uma instituição bancária, de conhecimento dos leitores, que não é um órgão competente e tampouco isento. Nos moldes do Conar, o mercado teria total maturidade para aprovar promoções através das associações como Ampro ou POPAI.
O mercado ainda trabalha com base em uma lei criada em 1971, antiga e defasada, que não admite o uso da eletrônica ou computadores. Parece lógico, na medida em que estes nem existiam. Ainda estamos na era da urna e das promoções ligadas à loterias, um total disparate para um setor tão moderno e antenado.
Tivemos a oportunidade de ver tecnologias impressionantes, interativas, aonde o consumidor entra no mundo das marcas, vivenciando experiências lúdicas e únicas.
Se tivéssemos leis simples e efetivas que libertassem o mercado promocional para fazer suas ações, teríamos o estímulo ao consumo e uma economia ainda mais fortalecida e gerando empregos.

Se o varejo colaborar, entendendo que consumidor estimulado compra mais, o ciclo de prosperidade pode ser rapidamente retomado para termos, nesta década, um horizonte tão bom quanto o que já tivemos.

2 Comments

  1. Silvia Barros 12 de agosto de 2011
  2. Maíra Bondezzan 17 de agosto de 2011

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